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domingo, 5 de outubro de 2014

Falso deus Astarote (Astarte. Outra forma do nome é Aserá)

Astarote
Nome: Asterate / Asterath / Astarote / Astorate / Asterote / Astorete / Astartes / Astartéia / Asera / Baalat.

Família: Filha de Baal, Irmã gêmea de Camoesh (Camos), esposa de Tamuz

Cidade na região de Basã, hoje geralmente identificada com Tell ʽAshtarah, a uns 32 km ao Lado do mar da Galiléia. A colina baixa existente ali está cercada por uma planície bem regada. Seu nome talvez indique que era centro de adoração da deusa Astorete.
As referências bíblicas a ela são principalmente com respeito a Ogue, rei gigante de Basã, mencionado como reinando “em Astarote, em Edrei”. (De 1:4; Jos 9:10; 12:4; 13:12) O território conquistado do reino de Ogue foi originalmente designado aos maquiritas, da tribo de Manassés, mas Astarote passou mais tarde para os gersonitas, como cidade levita. (Jos 13:29-31; 1Cr 6:71) Em Josué 21:27, que corresponde ao relato em 1 Crônicas 6:71, a cidade é chamada de Beesterá.
A cidade é mencionada em inscrições assírias e nas Tabuinhas de Amarna.

Informações

Estrela, o planeta Vênus. A principal divindade feminina dos fenícios (Sidônios), como Baal era o principal dos deuses. Assim como Baal foi identificado com o Sol, assim Astarote, ou Astarte, com os seus crescentes, o era com a Lua, simbolizada pela vaca. O culto desta deusa veio dos caldeus para os cananeus. Era a deusa do poder produtivo, do amor, e da guerra. Entre os filisteus o seu culto era acompanhado de grande licenciosidade, em que os bosques representavam uma proeminente parte. As pombas eram-lhe consagradas. O povo fenício era proveniente da Fenícia e este nome foi-lhe dado pelos gregos, podendo-se ver a palmeira como emblema nas moedas de Tiro e Sidom (Sidônios), as principais cidades daquele distrito. O seu nome nativo era Canaã (terra baixa), para distinguir das terras altas de Arã, o nome hebraico da Síria. (Jz. 10:6; 1 Sm. 7:3; 1 Rs. 11:5; 1 Rs. 11:33 etc. ) “Mais uma vez os israelitas fizeram o que o SENHOR reprova. Serviram aos baalins, às imagens de Astarote, aos deuses de Arã, aos deuses de Sidom, aos deuses de Moabe, aos deuses dos amonitas e aos deuses dos filisteus. E como os israelitas abandonaram o SENHOR e não mais lhe prestaram culto… E Samuel disse a toda a nação de Israel: “Se vocês querem voltar-se para o SENHOR de todo o coração, livrem-se então dos deuses estrangeiros e das imagens de Astarote, consagrem-se ao SENHOR e prestem culto somente a ele, e ele os libertará das mãos dos filisteus…Ele seguiu Astarote, a deusa dos sidônios, e Moloque, o repugnante deus dos amonitas… Farei isso porque eles me abandonaramb e adoraram Astarote, a deusa dos sidônios, Camos, deus dos moabitas, e Moloque, deus dos amonitas, e não andaram nos meus caminhos, nem fizeram o que eu aprovo, nem obedeceram aos meus decretos e às minhas ordenanças, como fez Davi, pai de Salomão.” (NVI).

sábado, 4 de outubro de 2014

Falso deus Aserá (Astarote, Astarte)

Aserá
Embora o culto de Aserá fosse denunciado seguidamente pelos profetas do Antigo Testamento, os rituais associados à adoração da deusa permanecem desconhecidos ao estudante moderno da Bíblia. Os cananeus, povo que vivia entre os israelitas, adoravam Aserá como deusa da fertilidade, talvez mesmo como deusa da sexualidade. Era considerada esposa de El, o deus supremo da mitologia Cananéia. Os misteriosos postes-ídolos associados aos ritos de adoração da deusa eram aparentemente troncos de árvores sem galhos. A função exata desses postes-ídolos – muitas vezes ligados à prostituição masculina e feminina – não é clara. Sabe-se somente que os profetas os consideravam repulsivos e ordenavam aos reis de Israel que os derrubassem onde quer que estivessem erigidos.

Informações

Postes de madeira (postes-ídolos), talvez entalhados com a imagem de Aserá, deusa cananéia do amor e da guerra, erigidos para homenageá-la e colocados perto dos altares do culto cananeu. (Jz. 3:7; 6:25; 1 Rs. 18:19; 2 Rs. 17:16; 21:3; 23:4; 23:7) “Os israelitas fizeram o que o SENHOR reprova, pois esqueceram-se do SENHOR, o seu Deus, e prestaram culto aos baalins e a Aserá… Naquela mesma noite o SENHOR lhe disse: “Separe o segundo novilho do rebanho de seu pai, aquele de sete  anos de idade. Despedace o altar de Baal, que pertence a seu pai, e corte o poste sagrado de Aserá que está ao lado do altar…Agora convoque todo o povo de Israel para encontrar-se comigo no monte Carmelo. E traga os quatrocentos e cinqüenta profetas de Baal e os quatrocentos profetas de Aserá, que comem à mesa de Jezabel…Abandonaram todos os mandamentos do SENHOR, o seu Deus, e fizeram para si dois ídolos de metal na forma de bezerros e um poste sagrado de Aserá. Inclinaram-se diante de todos os exércitos celestiais e prestaram culto a Baal…Reconstruiu os altares idólatras que seu pai Ezequias havia demolido e também ergueu altares para Baal e fez um poste sagrado para Aserá, como fizera Acabe, rei de Israel. Inclinou-se diante de todos os exércitos celestes e lhes prestou culto…O rei deu ordens ao sumo sacerdote Hilquias, aos sacerdotes auxiliares e aos guardas das portas que retirassem do templo do SENHOR todos os utensílios feitos para Baal e Aserá e para todos os exércitos celestes. Ele os queimou fora de Jerusalém, nos campos do vale de Cedrom e levou as cinzas para Betel…Também derrubou as acomodações dos prostitutos cultuais, que ficavam no tempo do SENHOR, onde as mulheres teciam para Aserá.” (NVI).Aserá era supostamente considerada esposa de Baal.

Falso deus Anameleque

Anameleque
(possivelmente do babilônico, significando “Anu É Rei”). Deidade dos sefarvitas, que se mostrou incapaz de livrá-los dos agressores assírios. (2Rs 18:34) A adoração de Anameleque incluía a revoltante prática de sacrificar crianças. — 2Rs 17:31.

Informações
Ídolo dos de Sefarvaim (Cidade, ou cidades da Assíria, de onde o rei assírio trouxe muitos cativos para repovoarem as cidades de Samaria – Capital do antigo reino do norte), que Salmaneser II, rei da Assíria, trouxe para colonizar as cidades da Samaria, depois de ter levado para aquele país os habitantes cativos (2 Rs 17.31) “Os aveus* fizeram Nibaz e Tartaque; os sefarvitas queimavam seus filhos em sacrifício a Adrameleque e Anameleque, deuses de Sefarvaim.” (NVI). Este ídolo era adorado com ritos semelhantes aos de Moloque, sendo-lhe sacrificadas as crianças. *Aveus = (Povo primitivo de Canaã. Habitava em vilas, ou em acampamentos nômades, ao sul de Sefela, grande planície ocidental, que vai até Gaza)

Falso deus Adrameleque

Adrameleque
Filho do Rei Senaqueribe, da Assíria. Adrameleque e seu irmão Sarezer mataram seu pai enquanto ele se curvava na casa de seu deus Nisroque, em Nínive. Eles fugiram então para a terra de Ararate, aparentemente o lugar da antiga Armênia, na região montanhosa ao O do que agora é conhecido como o mar Cáspio. (2Rs 19:35-37; Is 37:36-38) Uma inscrição de Esar-Hadom, outro filho de Senaqueribe, conta que, como sucessor de seu pai, combateu e derrotou os exércitos dos assassinos de seu pai em Hanigalbat, naquela região.
 Um deus adorado pelos sefarvitas, um dos povos subjugados que o rei da Assíria trouxe ao território de Samaria, depois de levar os israelitas do reino de dez tribos ao exílio. Era a Adrameleque e a Anameleque que os sefarvitas sacrificavam seus filhos no fogo. - 2Rs 17:22-24, 31, 33.

Informações
Ídolo dos de Sefarvaim (Cidade, ou cidades da Assíria, de onde o rei assírio trouxe muitos cativos para repovoarem as cidades de Samaria – Capital do  antigo reino do norte), que Salmaneser II, rei da Assíria, trouxe para colonizar as cidades da Samaria, depois de ter levado para aquele país os habitantes cativos (2 Rs 17.31) “Os aveus* fizeram Nibaz e Tartaque; os sefarvitas queimavam seus filhos em sacrifício a Adrameleque e Anameleque, deuses de Sefarvaim.” (NVI). Este ídolo era adorado com ritos semelhantes aos de Moloque, sendo-lhe sacrificadas as crianças.
*Aveus = (Povo primitivo de Canaã. Habitava em vilas, ou em acampamentos nômades, ao sul de Sefela,  grande planície ocidental, que vai até Gaza).